Domine SCCM do zero à administração profissional
Aprenda na prática a instalar, configurar e administrar o Microsoft Configuration Manager para gerenciar aplicações, atualizações, inventário, sistemas operacionais e endpoints corporativos.
- Configuration Manager
- Applications
- Collections
- Software Updates
- Operating System Deployment
- Task Sequences
- Inventory
- Reporting
- Troubleshooting
Acesso onlineEstude no seu ritmoConteúdo prático
site system roles
collections
Gerenciar centenas de computadores manualmente não escala
Cada tarefa, sozinha, parece pequena. Multiplicada pelo número de máquinas do parque, ela vira o dia inteiro da equipe — e ainda assim nunca alcança todo mundo. Estes são os sintomas que chegam ao suporte todos os dias.
Instalar software máquina a máquina
Cada nova versão de um aplicativo vira uma fila de atendimentos. O trabalho se repete tantas vezes quantas forem as estações do parque.
Atualizar computadores manualmente
Sem um processo central, atualizar significa visitar máquinas, agendar com usuários e torcer para que ninguém fique de fora.
Não saber o que está instalado
A pergunta "quantas máquinas têm essa versão?" não tem resposta rápida — e a planilha que tentou responder já está desatualizada.
Nenhum inventário centralizado
Hardware, software e sistemas operacionais vivem espalhados entre memórias individuais, chamados antigos e levantamentos manuais.
Dificuldade para padronizar estações
Cada máquina foi montada de um jeito, em um momento diferente, por uma pessoa diferente. O suporte convive com dezenas de variações.
Reinstalar Windows manualmente
Pendrive, instalação assistida, drivers procurados um a um, aplicações instaladas depois. Horas por máquina, sempre que uma precisa voltar ao padrão.
Compliance desconhecido
Quais dispositivos estão dentro da política de atualização? Sem uma fonte central, a resposta é uma estimativa — não um dado.
Versões de aplicações fora de controle
A mesma aplicação convive em três versões diferentes no parque, e a decisão de qual delas deve prevalecer nunca é aplicada de fato.
Falta de relatórios
Quando a diretoria ou a auditoria pede números do parque, a resposta depende de uma força-tarefa manual em vez de um relatório.
Clientes difíceis de diagnosticar
Uma máquina não recebe o que foi implantado e não há um caminho claro de investigação — só tentativa, erro e reinstalação.
Deployments travados
A implantação aparece como em andamento por dias. Descobrir em que etapa ela parou exige saber exatamente onde olhar.
Clients que param de reportar
O console mostra máquinas que não se comunicam há semanas. Enquanto isso, o painel de conformidade reflete uma realidade que já não existe.
O SCCM transforma tarefas individuais em gerenciamento centralizado e automatizado.
Do primeiro conceito à administração de um ambiente corporativo
Trinta e duas frentes de conhecimento organizadas em sequência, cobrindo o que um administrador de Configuration Manager encontra no dia a dia — do planejamento ao diagnóstico.
- 01
Fundamentos do SCCM
O que o Configuration Manager resolve e onde ele atua dentro da infraestrutura.
- 02
Arquitetura
Hierarquia, sites, site systems e o caminho de uma política até o endpoint.
- 03
Planejamento
Topologia, dimensionamento e decisões tomadas antes de instalar o produto.
- 04
Pré-requisitos
Windows Server, funções, componentes, schema, contas e permissões necessárias.
- 05
Instalação
Preparação do ambiente e instalação do primary site do início ao fim.
- 06
Site Server
O servidor central do site: componentes, serviços, pastas e arquivos de log.
- 07
Site System Roles
As funções que compõem o ambiente e o papel de cada uma na operação.
- 08
Management Point
O ponto de comunicação entre os clientes e a infraestrutura do site.
- 09
Distribution Point
Distribuição de conteúdo, pacotes, imagens e comportamento em filiais.
- 10
Software Update Point
Integração com o WSUS e sincronização do catálogo de atualizações.
- 11
SCCM Client
Instalação, atribuição ao site, políticas, ciclos e estado de saúde do agente.
- 12
Boundaries
Como o ambiente é mapeado em limites de rede reconhecidos pelo site.
- 13
Boundary Groups
Agrupamento de limites, atribuição de site e seleção do servidor de conteúdo.
- 14
Discovery Methods
Descoberta de dispositivos, usuários, grupos e estruturas do Active Directory.
- 15
Collections
Organização de dispositivos e usuários — a base de toda implantação.
- 16
Applications
Deployment types, detection methods, requirements, dependências e supersedence.
- 17
Packages
O modelo clássico de distribuição e os cenários em que ele ainda faz sentido.
- 18
Deployments
Available e required, agendamento, comportamento e experiência do usuário.
- 19
Software Updates
Sincronização, update groups, deployment packages e janelas de manutenção.
- 20
Hardware Inventory
Coleta de informações de hardware, classes WMI e extensão do inventário.
- 21
Software Inventory
Levantamento de arquivos, produtos instalados e informações de aplicações.
- 22
Asset Intelligence
Informações complementares sobre os softwares presentes no ambiente.
- 23
Reporting
Reporting Services Point, relatórios nativos e leitura dos dados coletados.
- 24
Operating System Deployment
Implantação automatizada de Windows, do bare metal ao dispositivo pronto.
- 25
Boot Images
Windows PE, arquitetura, drivers de rede e armazenamento e distribuição.
- 26
Driver Management
Importação, categorias, driver packages e aplicação por modelo de hardware.
- 27
Task Sequences
Sequências de tarefas passo a passo, variáveis, condições e grupos.
- 28
PXE
Boot pela rede, DHCP, Distribution Point habilitado e primeira inicialização.
- 29
Security
Administração baseada em funções, escopos de segurança e delegação.
- 30
Monitoring
Monitoramento de implantações, status de componentes e alertas do site.
- 31
Troubleshooting
Método de investigação: isolar o componente, ler o log certo, confirmar a causa.
- 32
PowerShell
Consulta e automação de tarefas administrativas do Configuration Manager.
Entenda a arquitetura do Configuration Manager
Do banco de dados ao endpoint, cada componente tem uma função específica — e o diagnóstico começa por saber qual deles responde por qual parte do caminho. Percorra o fluxo e veja o papel de cada um.
site system roles
organizados em collections
serviços de apoio
- MP
- = Management Point
- DP
- = Distribution Point
- SUP
- = Software Update Point
componente selecionado
SQL Server
Site database
Toda a informação do ambiente vive no banco de dados do site: dispositivos descobertos, inventário coletado, collections, políticas, status de implantação e histórico. O SQL Server pode ficar no próprio site server ou em um servidor dedicado, conforme o dimensionamento do ambiente.
Percorra os componentes acima para ver a função de cada um dentro do ambiente.
Conheça os componentes que fazem o SCCM funcionar
O Configuration Manager não é um servidor só. Ele é um conjunto de funções que dividem o trabalho — e saber o que cada uma faz é o que transforma um erro genérico em um diagnóstico preciso.
- Site
Site Server
Componente central da infraestrutura. Hospeda o site, concentra os processos administrativos e é o ponto de partida de praticamente todo diagnóstico do ambiente.
- MP
Management Point
Comunicação entre os clientes e a infraestrutura. Entrega políticas aos dispositivos e recebe de volta inventário, status de implantação e informações de conformidade.
- DP
Distribution Point
Distribuição de conteúdo. Disponibiliza instaladores, pacotes, imagens e arquivos de atualização aos clientes — e pode ser habilitado para atender requisições PXE.
- SUP
Software Update Point
Integração do gerenciamento de atualizações. Sincroniza o catálogo e permite que a implantação de updates seja conduzida pelo console do Configuration Manager.
- RSP
Reporting Services Point
Relatórios e informações administrativas. Apoia-se no SQL Server Reporting Services para apresentar os dados coletados pelo ambiente.
- SMP
State Migration Point
Recursos relacionados a cenários de migração de estado do usuário, utilizados quando a estratégia de implantação prevê preservar dados entre instalações.
Nem todo ambiente utiliza todas as funções. O treinamento trabalha o critério: o que cada uma resolve, quando ela é necessária e o que muda no ambiente ao adicioná-la.
Organize milhares de dispositivos através de Collections
Toda implantação do Configuration Manager tem uma collection como destino. É a organização desses agrupamentos que transforma um clique em estratégia — e permite crescer do piloto à produção sem sustos.
- Windows 11Dispositivos com a versão atual do sistema operacional.
- Windows 10Máquinas que ainda não passaram pela atualização de sistema.
- NotebooksDispositivos móveis, que nem sempre estão na rede corporativa.
- FinanceDepartamento com aplicações e janelas de manutenção próprias.
- ITEquipe técnica, normalmente a primeira a receber qualquer mudança.
- PilotGrupo de validação: onde a implantação é observada antes de crescer.
- ProductionO parque em produção, alcançado depois que o piloto se mostra estável.
Quatro formas de definir quem faz parte de uma collection
A regra de membership decide se o agrupamento se mantém sozinho conforme o parque muda — ou se ele vira mais uma lista para atualizar manualmente.
- Direct MembershipVocê escolhe individualmente os recursos que farão parte da collection. Previsível e explícito — e que exige manutenção manual a cada mudança.
- Query RulesA collection é definida por uma consulta sobre os dados do ambiente. Novos dispositivos que atendem ao critério entram sozinhos, na avaliação seguinte.
- Include CollectionsUma collection incorpora o conteúdo de outra, permitindo compor agrupamentos maiores a partir de estruturas já existentes.
- Exclude CollectionsO inverso: remove de uma collection os membros de outra. É o recurso que mantém exceções fora de uma implantação sem quebrar a regra principal.
- Toda implantação tem uma collection como destino — aplicação, atualização ou sistema operacional.
- Uma estrutura bem pensada permite crescer em ondas, do piloto à produção.
- Regras de consulta mantêm os agrupamentos atualizados conforme o parque muda.
- Exclusões protegem exceções legítimas sem transformar cada caso em trabalho manual.
Distribua aplicações de forma centralizada
Uma aplicação preparada uma única vez chega a dezenas, centenas ou milhares de dispositivos — com detecção, pré-requisitos e acompanhamento do resultado.
endpoints
exemplos de catálogo
- Microsoft 365 AppsProdutividade
- 7-ZipUtilitário
- Navegador corporativoNavegação
- VPN ClientAcesso remoto
- ERP corporativoAplicação de negócio
- Aplicação internaDesenvolvida na empresa
Os conceitos que sustentam uma implantação
Publicar uma aplicação é fácil. O que separa uma implantação confiável de uma que gera chamados é o entendimento de cada uma destas peças.
- ApplicationO objeto que representa o software dentro do Configuration Manager, com nome, informações de catálogo e um ou mais deployment types.
- Deployment TypeComo a aplicação é efetivamente instalada: o instalador, a linha de comando e o comportamento esperado durante a execução.
- Detection MethodA regra que responde à pergunta mais importante do processo: essa aplicação já está instalada nesta máquina?
- RequirementsCondições que o dispositivo precisa atender para receber a aplicação — sistema operacional, arquitetura, recursos disponíveis.
- DependenciesOutras aplicações que precisam estar presentes antes. O Configuration Manager trata a ordem para você, em vez de depender de um roteiro manual.
- SupersedenceA relação que declara que uma aplicação substitui outra, permitindo conduzir a transição entre versões de forma controlada.
- DeploymentA publicação da aplicação para uma collection, com o comportamento definido: disponível para o usuário ou requerida pela administração.
Entregue aplicações através do Software Center
Do lado do usuário, o Configuration Manager aparece como um catálogo. O que entra nele, para quem e sob quais condições continua sendo decisão da administração.
Available Applications
- Microsoft 365 AppsDemo Data · versão —Requerido
- Navegador corporativoDemo Data · versão —Instalado
- VPN ClientDemo Data · versão —Disponível
- ERP corporativoDemo Data · versão —Disponível
O catálogo que o usuário vê é uma decisão de administração
Aplicações disponibilizadas ficam à escolha de quem usa o dispositivo; aplicações requeridas são conduzidas pela administração, dentro das janelas definidas. A estratégia de qual usar em cada caso faz parte do treinamento.
- A administração define o que aparece no catálogo e para quem.
- Aplicações disponíveis ficam à escolha do usuário; aplicações requeridas são conduzidas pela administração.
- O usuário acompanha o andamento da instalação sem abrir chamado para perguntar.
- Atualizações e janelas de manutenção também aparecem para quem usa o dispositivo.
Centralize o gerenciamento de atualizações
Oito etapas separam o catálogo da Microsoft de um parque em conformidade. Entender cada uma é o que permite descobrir onde a implantação parou quando a atualização não chega.
- Etapa 01
Microsoft Update
catálogo da Microsoft → Software Update Point
A origem das atualizações. O Software Update Point conecta o ambiente ao catálogo e traz para dentro do site a informação do que existe.
- Catálogo
- Metadados
- Etapa 02
Synchronization
Software Update Point → site database
A sincronização alimenta o site com os metadados das atualizações disponíveis, respeitando os produtos e as classificações configurados.
- Products
- Classifications
- Languages
- Etapa 03
Software Update Group
seleção de atualizações → grupo
As atualizações escolhidas são reunidas em um grupo, que passa a ser a unidade administrada — em vez de dezenas de itens soltos.
- Update Group
- Etapa 04
Deployment Package
download do conteúdo → Distribution Point
O conteúdo das atualizações é baixado e distribuído aos distribution points, ficando disponível localmente para os clientes.
- Content
- Distribution
- Etapa 05
Deployment
update group → collection
A implantação define o destino, o prazo e o comportamento: quando o conteúdo fica disponível, quando a instalação é exigida e como o usuário é avisado.
- Available
- Required
- Deadline
- Etapa 06
Maintenance Windows
collection → janela de manutenção
As janelas de manutenção delimitam quando o dispositivo pode instalar e reiniciar, separando a decisão técnica do impacto na rotina de quem usa a máquina.
- Agendamento
- Reinicialização
- Etapa 07
Endpoints
collection → dispositivos gerenciados
O agente avalia a política, baixa o conteúdo do distribution point mais adequado ao seu boundary group e executa a instalação dentro da janela permitida.
- Scan
- Download
- Install
- Etapa 08
Compliance
status do cliente → relatórios
O resultado volta ao site e alimenta o estado de conformidade. É esse retorno que transforma a implantação em informação — e que aponta o que ficou para trás.
- Compliant
- Não conforme
- Sem status
conceitos trabalhados no treinamento
Software Update Point
A função que conecta o Configuration Manager ao catálogo de atualizações.
Synchronization
A rotina que traz os metadados para dentro do site, conforme o escopo definido.
Software Update Groups
O agrupamento que transforma um conjunto de updates em uma unidade administrável.
Deployment Packages
O conteúdo baixado e distribuído aos distribution points do ambiente.
Automatic Deployment Rules
A regra que executa o ciclo de forma automática, a cada sincronização.
Collections
O destino da implantação — e a forma de conduzi-la em ondas.
Compliance
O retorno dos clientes, que mostra o que foi aplicado e o que ficou pendente.
Maintenance Windows
O intervalo em que o dispositivo pode instalar e reiniciar sem atrapalhar o uso.
Automatize o Patch Management
A cada sincronização, a regra avalia os critérios definidos, monta o grupo, baixa o conteúdo e publica a implantação. O que era um ritual mensal manual passa a ser um processo repetível.
- SyncA sincronização traz as atualizações publicadas desde a última execução.
- FilterOs critérios da regra selecionam apenas o que interessa àquela implantação.
- Software Update GroupAs atualizações selecionadas são reunidas no grupo administrado pela regra.
- Deployment PackageO conteúdo é baixado e distribuído aos distribution points.
- CollectionA implantação é publicada para a collection definida na regra.
- ComplianceO resultado retorna como estado de conformidade, pronto para ser acompanhado.
Automatizar não é deixar de olhar
A regra executa o que foi definido, na frequência definida. A responsabilidade de revisar os critérios, acompanhar o resultado e agir sobre o que ficou pendente continua sendo de quem administra o ambiente.
- O ciclo mensal deixa de depender de alguém lembrar de executá-lo.
- Os critérios ficam explícitos na regra, em vez de viverem na memória de uma pessoa.
- A implantação em ondas continua valendo: cada regra tem sua collection e seu prazo.
- O acompanhamento do resultado continua sendo trabalho de administração — automatizar não é deixar de olhar.
O treinamento aborda Automatic Deployment Rules como parte do processo de Patch Management: o que a regra decide sozinha, o que continua sendo decisão do administrador e como acompanhar o resultado.
Implante Windows de forma automatizada
Do computador sem sistema operacional ao dispositivo pronto para entrega, sem pendrive, sem instalação assistida e sem drivers procurados um a um.
Do bare metal ao dispositivo pronto
O que hoje consome horas por máquina — instalar, configurar, procurar drivers, instalar aplicações — se torna um processo conduzido pela infraestrutura. A máquina inicia pela rede e devolve um dispositivo dentro do padrão da empresa.
- A mesma sequência produz o mesmo resultado, na primeira máquina e na centésima.
- Drivers deixam de ser uma caçada manual e passam a ser aplicados por modelo.
- As aplicações corporativas entram no processo, e não depois dele.
- O padrão da empresa passa a ser executável, em vez de documentado.
Do PXE ao Windows pronto — e o mesmo resultado na primeira máquina e na centésima.
Automatize processos completos com Task Sequences
Uma sequência de tarefas descreve, passo a passo, tudo o que precisa acontecer com um dispositivo — e executa esse roteiro da mesma forma, todas as vezes.
- 01Partition DiskPreparação do disco antes de qualquer coisa ser escrita nele.
- 02Apply Operating SystemA imagem do sistema operacional é aplicada ao dispositivo.
- 03Apply Windows SettingsConfigurações do sistema, como idioma, fuso e identificação da máquina.
- 04Apply Network SettingsDefinições de rede e ingresso no domínio, quando previsto.
- 05Install DriversDrivers aplicados conforme o modelo do hardware identificado.
- 06Setup Configuration ManagerInstalação do agente, para que a máquina passe a ser gerenciada.
- 07Install ApplicationsO conjunto de aplicações corporativas previsto para o perfil do dispositivo.
- 08Apply UpdatesAtualizações aplicadas ainda durante o processo de implantação.
- 09Custom ConfigurationAjustes específicos do ambiente, definidos pela própria organização.
- 10CompleteA sequência termina e o dispositivo está pronto para ser entregue.
Do computador vazio ao Windows instalado
Antes da primeira tela de instalação existe uma conversa entre o dispositivo, a rede e o distribution point. É ela que decide se a máquina vai dar boot — ou ficar parada na tela preta.
Quatro peças precisam conversar entre si
Quando o PXE não responde, o problema quase nunca está no computador. Está em uma dessas peças — e saber qual delas é o que separa minutos de diagnóstico de uma tarde perdida.
- O dispositivo inicia pela rede, sem mídia física.
- O Distribution Point habilitado para PXE responde à requisição.
- O boot image carrega o Windows PE, o ambiente mínimo onde a implantação acontece.
- A task sequence disponível para aquele dispositivo assume a partir daí.
O caminho entre um computador vazio e um Windows instalado envolve rede, DHCP, boot image e distribution point. Entender essa conversa é o que permite diagnosticar quando a máquina simplesmente não dá boot.
Saiba o que existe no seu ambiente
Quantas máquinas têm 8 GB de memória? Quais modelos existem no parque? Qual versão daquela aplicação está instalada e onde? Com inventário, essas perguntas deixam de exigir uma força-tarefa.
Hardware Inventory
O que o dispositivo é
- CPUModelo, núcleos e arquitetura
- RAMCapacidade instalada
- DiskDiscos, capacidade e espaço livre
- ManufacturerFabricante do equipamento
- ModelModelo — base para drivers no OSD
- BIOSVersão do firmware
- NetworkAdaptadores e endereçamento
Software / Application Information
O que está instalado nele
- Installed ApplicationsO que está instalado em cada dispositivo
- VersionsQuais versões convivem no parque
- Operating SystemsDistribuição de sistemas operacionais
- Client InformationVersão do agente e estado de comunicação
Inventário não é um relatório que se roda uma vez. É uma coleta periódica que mantém o ambiente descrito com a precisão necessária para tomar decisões — de licenciamento a planejamento de atualização de parque.
Transforme dados em informação
O que os clientes reportam todos os dias só vira decisão quando alguém consegue ler. Os relatórios do Configuration Manager respondem às perguntas que o ambiente costuma deixar em aberto.
Managed Devices
Quantos dispositivos estão efetivamente sob gerenciamento?
Client Health
Quais agentes estão saudáveis e quais pararam de reportar?
Software Compliance
Quais máquinas têm — e quais não têm — a aplicação esperada?
Update Compliance
Qual a conformidade do parque diante das atualizações implantadas?
Deployments
O que foi implantado, para quem, e com qual resultado?
Operating Systems
Como os sistemas operacionais estão distribuídos no ambiente?
Applications
Quais softwares existem no parque e em quantas versões?
O Client é a conexão entre o endpoint e o SCCM
Todo dispositivo gerenciado executa um agente. É ele que busca as políticas, baixa o conteúdo, executa o que foi implantado e devolve o resultado ao site.
Client Installation
As formas de levar o agente até o dispositivo e o que cada uma pressupõe.
Client Push
A instalação conduzida a partir do site, com as permissões e portas envolvidas.
Discovery
Como o dispositivo passa a ser conhecido pelo ambiente antes de ser gerenciado.
Assignment
A atribuição do cliente ao site, apoiada em boundaries e boundary groups.
Policy
O ciclo em que o agente busca as políticas que lhe dizem o que fazer.
Inventory
A coleta periódica de hardware e software devolvida ao Management Point.
Software Distribution
A execução das aplicações e pacotes implantados para o dispositivo.
Software Updates
A avaliação, o download e a instalação das atualizações implantadas.
Health
O estado do agente — e o que fazer quando ele deixa de reportar.
Quando um dispositivo não recebe o que foi implantado, a resposta quase sempre está no cliente: na política que não chegou, no conteúdo que não baixou ou no agente que parou de se comunicar.
Aprenda a investigar o SCCM através dos logs
O Configuration Manager registra praticamente tudo o que faz. Cada arquivo responde a uma pergunta específica — e saber qual abrir é o que transforma um chamado de horas em minutos.
- Cliente
- C:\Windows\CCM\Logs
- Site Server
- <Install Path>\Logs
- Task Sequence
- smsts.log — varia conforme a fase
- clientCCMExec.logAtividade do serviço do agente — o ponto de partida quando o cliente "sumiu".
- clientLocationServices.logLocalização de Management Points e Distribution Points a partir do boundary group.
- clientClientIDManagerStartup.logRegistro e identificação do cliente junto ao site.
- clientPolicyAgent.logSolicitação e aplicação de políticas — onde se vê se a política chegou.
- clientAppDiscovery.logAvaliação dos detection methods: a aplicação já está instalada ou não?
- clientAppEnforce.logExecução da instalação da aplicação e o código de retorno devolvido.
- clientCAS.logContent Access Service: a localização do conteúdo solicitado pelo cliente.
- clientContentTransferManager.logTransferência do conteúdo a partir do distribution point.
- clientDataTransferService.logTransferências BITS do cliente — download que não anda costuma aparecer aqui.
- clientWUAHandler.logInteração do agente com o Windows Update Agent durante a avaliação de updates.
- clientUpdatesDeployment.logImplantação de atualizações no cliente: avaliação, instalação e reinicialização.
- clientUpdatesHandler.logDownload e instalação das atualizações no dispositivo.
- clientInventoryAgent.logCiclos de inventário de hardware e software executados pelo agente.
- clientexecmgr.logExecução de programas e pacotes implantados no dispositivo.
- clientccmsetup.logInstalação do próprio agente — primeira parada quando o cliente não instala.
- serverdistmgr.logDistribuição de conteúdo aos distribution points, no lado do site server.
- serverwsyncmgr.logSincronização das atualizações de software no Software Update Point.
- serverSMSPXE.logRequisições PXE atendidas pelo distribution point.
- osdsmsts.logA task sequence do início ao fim. O caminho do arquivo muda conforme a fase da implantação.
C:\Windows\CCM\Logs. Os de servidor ficam no diretório de logs da instalação do site. Durante uma implantação de sistema operacional, o smsts.log muda de lugar conforme a fase — e saber onde procurá-lo faz parte do conteúdo.O método vale mais que a lista de arquivos
Reinstalar o cliente devolve um ambiente limpo e o mesmo problema algumas semanas depois. Entender onde o ciclo parou resolve a causa — e evita o próximo chamado.
- Isolar o componente: o problema está no cliente, no conteúdo, na política ou no site?
- Abrir o log certo — cada arquivo responde a uma pergunta específica.
- Confirmar a causa antes de agir, em vez de reinstalar e esperar que resolva.
- Documentar o que foi encontrado: o próximo chamado parecido leva minutos.
No Configuration Manager, entender os logs é uma das chaves para dominar troubleshooting.
Sua jornada até dominar SCCM
Cada etapa se apoia na anterior. Você avança do conceito à administração de um ambiente completo sem pular fundamentos.
Etapa 01
Fundamentos
O que o Configuration Manager resolve, o vocabulário do produto e o lugar dele na infraestrutura Microsoft.
Etapa 02
Arquitetura
Site, site systems, banco de dados e o caminho completo de uma política até o endpoint.
Etapa 03
Instalação
Planejamento, pré-requisitos, preparação do Windows Server e instalação do primary site.
Etapa 04
Client Management
Discovery, boundaries, boundary groups, instalação do agente e estado de saúde do cliente.
Etapa 05
Applications
Collections, aplicações, deployment types, detection methods, deployments e Software Center.
Etapa 06
Software Updates
Software Update Point, update groups, deployment packages, ADR e janelas de manutenção.
Etapa 07
Operating System Deployment
Boot images, drivers, task sequences, PXE e a implantação completa do Windows.
Etapa 08
Troubleshooting
Método de investigação, leitura de logs e diagnóstico de clientes, conteúdo e implantações.
Etapa 09
Administração avançada
Inventário, reporting, segurança, monitoramento, PowerShell, backup e boas práticas.
Aprenda construindo um ambiente SCCM
O ambiente é montado em máquinas virtuais, do zero. Cada peça entra em cena quando você já entende o papel dela — e sai do ar quando chega a hora de treinar diagnóstico.
Do laboratório para o ambiente corporativo
Cada peça entra em cena quando você já entende o papel dela. E, quando chega a hora de treinar diagnóstico, alguma delas sai do ar de propósito.
- Domain controller com Active Directory e DNS, a base de identidade do ambiente.
- Site server do Configuration Manager, com o SQL Server que sustenta o site.
- Management Point, Distribution Point e Software Update Point configurados um a um.
- Cliente Windows gerenciado, usado para acompanhar políticas, implantações e logs.
- Rodadas de diagnóstico: quebrar algo de propósito e investigar até a causa.
Se o SQL Server ficar em um servidor separado no seu laboratório, a topologia muda — e o treinamento aborda o que essa escolha implica.
site system roles
serviços do laboratório
- DC01Active Directory e DNS
- SQL ServerSite database
Conteúdo completo do treinamento
Estrutura de referência do curso, dos fundamentos ao projeto final — incluindo aplicações, atualizações, OSD, inventário, segurança e troubleshooting. Abra cada módulo para ver os temas abordados.
- O que é SCCM / Microsoft Configuration Manager
- De SMS a Configuration Manager: a evolução do nome e do produto
- O problema que o Configuration Manager se propõe a resolver
- Gerenciamento individual x gerenciamento centralizado
- Cenários corporativos em que o SCCM é encontrado
- Visão geral dos componentes do ambiente
- Hierarquia, primary site e site systems
- O papel do banco de dados do site
- O caminho de uma política até o dispositivo
- Topologias de referência
- Levantamento do parque a ser gerenciado
- Onde posicionar site server e distribution points
- Dimensionamento de disco, memória e processamento
- Sites, limites de rede e ambientes distribuídos
- Checklist de planejamento antes de instalar
- Edições e versões de Windows Server suportadas
- Funções e recursos exigidos pelo Configuration Manager
- Componentes do Windows e do IIS
- Contas de serviço e permissões necessárias
- Preparação do Active Directory
- O papel do Active Directory no Configuration Manager
- Extensão do schema e o que ela habilita
- System Management container e permissões
- Publicação das informações do site no diretório
- DNS e resolução de nomes dos site systems
- O papel do SQL Server no Configuration Manager
- Instalação local x instância dedicada
- Collation, memória e configurações relevantes
- Contas, permissões e portas envolvidas
- Impacto do banco no desempenho do ambiente
- Preparação final do servidor
- Prerequisite checker e correção de pendências
- Instalação do primary site passo a passo
- Primeiro acesso ao console de administração
- Verificação do estado do site após a instalação
- Propriedades do site e configurações gerais
- Client settings padrão e personalizadas
- Configuração de comunicação dos site systems
- Contas utilizadas pelo site
- Organização do console e do ambiente administrativo
- Visão geral das site system roles
- Management Point: instalação e verificação
- Distribution Point: instalação e configuração
- Software Update Point e Reporting Services Point
- Quando adicionar uma função e o que ela implica
- O que é discovery e por que ele vem antes de tudo
- Active Directory System Discovery
- Active Directory User e Group Discovery
- Heartbeat e Network Discovery
- Agendamento e impacto de cada método
- O que são boundaries e para que servem
- Tipos de boundary disponíveis
- Criação e organização dos limites
- Erros comuns na definição de boundaries
- Relação entre boundaries e localização de conteúdo
- O que são boundary groups
- Atribuição de site a partir do boundary group
- Associação de site systems ao grupo
- Fallback e comportamento quando o conteúdo não está local
- Estratégias para ambientes com filiais
- O que o cliente do Configuration Manager faz
- Métodos de instalação do agente
- Client push installation
- Atribuição do cliente ao site
- Verificação da instalação e dos ciclos do agente
- Device collections e user collections
- Direct membership rules
- Query rules e consultas úteis
- Include e exclude collections
- Estrutura de collections para implantação em ondas
- Estrutura de uma application
- Deployment types e linhas de comando de instalação
- Detection methods: como saber se já está instalado
- Requirements e avaliação do dispositivo
- Dependencies e supersedence
- Diferenças entre packages e applications
- Criação de packages e programs
- Distribuição de conteúdo dos packages
- Cenários em que o modelo clássico continua útil
- Scripts e execução de tarefas via package
- Available x required: o que muda para o usuário
- Agendamento, prazos e comportamento de instalação
- Experiência do usuário e notificações
- Monitoramento do andamento da implantação
- Revisão e reimplantação quando algo falha
- O que o Software Center apresenta ao usuário
- Aplicações disponíveis e aplicações requeridas
- Acompanhamento das instalações pelo usuário
- Personalização da apresentação do catálogo
- Suporte ao usuário a partir do Software Center
- Software Update Point e integração com o WSUS
- Products, classifications e escopo da sincronização
- Sincronização do catálogo e acompanhamento
- Avaliação de conformidade nos clientes
- Estratégia de implantação de atualizações
- Criação de software update groups
- Deployment packages e download de conteúdo
- Distribuição do conteúdo aos distribution points
- Implantação do grupo para collections
- Manutenção dos grupos ao longo do tempo
- O que uma ADR automatiza — e o que ela não decide
- Critérios de filtro e seleção de atualizações
- Agendamento de avaliação da regra
- Grupos, pacotes e collections utilizados pela regra
- Acompanhamento do resultado das execuções
- O que são maintenance windows
- Aplicação de janelas a collections
- Comportamento das implantações dentro da janela
- Janelas para servidores x janelas para estações
- Conflitos e sobreposição de janelas
- Como funciona o inventário de hardware
- Classes coletadas e personalização do inventário
- Agendamento dos ciclos de coleta
- Consulta às informações coletadas
- Uso do inventário no planejamento do parque
- Diferença entre software inventory e Asset Intelligence
- Configuração da coleta de arquivos
- Produtos instalados e versões no parque
- Asset Intelligence e informações complementares
- Uso dos dados em decisões de licenciamento
- Reporting Services Point: instalação e configuração
- Relatórios nativos do Configuration Manager
- Leitura e interpretação dos principais relatórios
- Relatórios de conformidade e de implantação
- Exportação e compartilhamento de informações
- Visão geral do OSD no Configuration Manager
- Componentes envolvidos na implantação
- Cenários: bare metal, refresh e replace
- Imagens de sistema operacional
- Preparação do ambiente para OSD
- O que é o boot image e qual o seu papel
- Arquitetura e escolha da imagem
- Drivers de rede e de armazenamento no boot image
- Distribuição do boot image aos distribution points
- Verificação e atualização da imagem
- Importação de drivers para o ambiente
- Categorias e organização por modelo
- Driver packages e distribuição de conteúdo
- Aplicação condicional de drivers na task sequence
- Problemas comuns com drivers durante o OSD
- Como funciona o boot PXE
- Habilitando PXE no distribution point
- DHCP, rede e o que precisa estar correto
- Primeira inicialização de uma máquina bare metal
- Diagnóstico quando o PXE não responde
- Estrutura de uma task sequence
- Etapas, grupos e ordem de execução
- Variáveis e condições
- Instalação de aplicações dentro da sequência
- Implantação da task sequence para collections
- Administração baseada em funções
- Security roles e security scopes
- Delegação de tarefas administrativas
- Boas práticas de permissão no console
- Auditoria de ações administrativas
- Workspace de monitoramento do console
- Status das implantações
- Component status e site status
- Alertas e o que eles indicam
- Rotina de acompanhamento do ambiente
- O que significa um cliente saudável
- Verificações automáticas do agente
- Clientes inativos e clientes sem comunicação
- Reinstalação e recuperação do agente
- Indicadores de saúde do parque gerenciado
- Método: isolar, investigar, confirmar
- Problemas de instalação e comunicação do cliente
- Conteúdo que não chega ao dispositivo
- Implantações que não executam
- Falhas durante uma task sequence
- Onde vivem os logs de cliente e de servidor
- Logs de cliente: comunicação, política e conteúdo
- Logs de aplicações e de atualizações
- Logs de servidor e de distribuição de conteúdo
- Leitura do smsts.log durante uma task sequence
- O módulo do Configuration Manager no PowerShell
- Conexão ao site e primeiros comandos
- Consulta a dispositivos, collections e implantações
- Automação de tarefas administrativas repetitivas
- Extração de informações para documentação
- Backup do site e o que ele contempla
- Agendamento e verificação das rotinas
- Cenários de recuperação do site
- Restauração e validação do ambiente
- Documentação necessária para recuperar o ambiente
- Organização de collections, aplicações e pastas
- Padrões de nomenclatura no ambiente
- Implantação em ondas como rotina
- Manutenção periódica do site
- Documentação do ambiente gerenciado
- Projeto do ambiente de ponta a ponta
- Instalação do site e das site system roles
- Estrutura de collections e implantação de aplicações
- Ciclo completo de software updates
- Implantação de sistema operacional por task sequence
- Rodada de incidentes para diagnóstico
- Revisão final e próximos passos
SCCM ou Microsoft Configuration Manager?
A mesma tecnologia mudou de nome ao longo do tempo. Saber disso evita confusão na hora de procurar documentação, vagas e conteúdo técnico.
- Origem
SMS
Systems Management Server, o nome original da solução de gerenciamento de sistemas da Microsoft. A sigla ainda aparece hoje em nomes de serviços, pastas, logs e classes WMI do produto.
- Nome consagrado
SCCM
System Center Configuration Manager, a sigla pela qual o produto ficou conhecido no mercado. É por ela que a maior parte dos profissionais, vagas e documentações internas continua se referindo à tecnologia.
- Nome atual
Microsoft Configuration Manager
O nome que a Microsoft utiliza hoje para o produto, também abreviado como ConfigMgr. É a nomenclatura que você encontra na documentação oficial e nos consoles mais recentes.
Neste treinamento os dois nomes convivem: SCCM porque é assim que o mercado procura e conversa, Microsoft Configuration Manager porque é o nome atual do produto. A tecnologia é a mesma — e é ela que você vai aprender a administrar.
E onde entra o Microsoft Intune?
O gerenciamento de endpoints da Microsoft envolve tecnologias diferentes, que convivem em cenários diferentes. Conhecer esse panorama faz parte de administrar bem o ambiente que você tem hoje.
- este curso
Configuration Manager
On-premises
Gerenciamento a partir da infraestrutura da própria organização: aplicações, atualizações, inventário e implantação de sistemas operacionais conduzidos pelo site.
Microsoft Intune
Cloud
Gerenciamento de dispositivos a partir da nuvem, com políticas, compliance e distribuição de aplicações — sem depender de infraestrutura local para alcançar o dispositivo.
Co-management
Hybrid / Modern Management
O cenário em que um mesmo dispositivo é gerenciado pelas duas tecnologias, com as cargas de trabalho distribuídas entre elas conforme a estratégia definida pela organização.
O ecossistema moderno de Endpoint Management envolve diferentes tecnologias e cenários, e a escolha depende do ambiente, da estratégia e do momento de cada organização. Este treinamento aprofunda o Configuration Manager e situa onde ele se encaixa — sem tratar o assunto como uma disputa entre produtos.
Este treinamento faz sentido para você?
Clareza antes da compra evita frustração depois. Veja os dois lados.
Este treinamento é para você que:
- trabalha com infraestrutura de TI;
- administra ambientes Windows;
- atua com suporte e atendimento técnico;
- deseja aprender SCCM do início;
- administra endpoints corporativos;
- distribui aplicações para o parque;
- gerencia atualizações e compliance;
- precisa automatizar instalações;
- quer aprender Operating System Deployment;
- administra ambientes Microsoft;
- quer melhorar a própria capacidade de troubleshooting.
Talvez não seja para você se:
- procura apenas conteúdo teórico;
- não pretende montar o laboratório;
- procura apenas comandos prontos para copiar;
- não tem interesse em administração de ambientes Microsoft.
O que muda na sua rotina técnica
Centralize. Automatize. Administre. Do deployment ao troubleshooting, com um ambiente que responde às suas perguntas.
Gerenciamento centralizado
Administre endpoints do parque inteiro a partir de uma plataforma central.
Application Deployment
Distribua aplicações de maneira estruturada, previsível e acompanhável.
Patch Management
Gerencie atualizações e conformidade com critério e janelas definidas.
Operating System Deployment
Automatize a implantação de Windows, do bare metal ao dispositivo pronto.
Inventory
Conheça o hardware e o software que realmente existem no ambiente.
Troubleshooting
Aprenda a diagnosticar pelos logs, em vez de reinstalar e torcer.
Aprenda com quem trabalha com infraestrutura na prática

Leonardo Duarte
CTO | Especialista em Infraestrutura de TI, Microsoft, Cloud e Cybersecurity
Leonardo Duarte atua há mais de duas décadas com infraestrutura de TI, conduzindo projetos de ambientes Microsoft, redes corporativas, cloud e segurança da informação.
Na função de CTO, participa do desenho, da implantação e da sustentação de ambientes que precisam funcionar todos os dias — onde manter estações e servidores padronizados, atualizados e inventariados é parte da operação, e não um detalhe.
A experiência em consultoria e em times internos moldou a abordagem do treinamento: explicar o porquê de cada decisão de administração e mostrar como validar o resultado dentro de um laboratório antes de levar a mudança para produção.
- +25 anos de experiência
- Infraestrutura de TI
- Microsoft
- Cloud
- Cybersecurity
- Projetos corporativos
Comece agora sua jornada no SCCM
Um único treinamento, do primeiro conceito ao projeto final.
Curso de SCCM — Microsoft Configuration Manager
Do zero à administração profissional
- Treinamento completo
- Laboratórios práticos
- Microsoft Configuration Manager
- Application Deployment
- Software Updates
- Operating System Deployment
- Task Sequences
- PXE
- Inventory
- Reporting
- Troubleshooting
- PowerShell
- Material complementar
- Certificado de conclusão
- Acesso vitalício
Garantia de 7 dias
Avalie o treinamento por 7 dias a partir da compra. Dentro desse prazo, é possível solicitar o reembolso. As condições completas são apresentadas no momento da compra.
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Perguntas frequentes
Se a sua dúvida não estiver aqui, fale diretamente com a equipe.
SCCM é a solução da Microsoft para gerenciamento centralizado de endpoints corporativos. A partir de uma infraestrutura própria, ela permite distribuir aplicações, implantar atualizações, coletar inventário de hardware e software, instalar sistemas operacionais e acompanhar a conformidade dos dispositivos — tudo administrado por um console central, em vez de máquina a máquina.
Sim. É a mesma tecnologia com nomes diferentes ao longo do tempo: nasceu como SMS (Systems Management Server), ficou conhecida no mercado como SCCM (System Center Configuration Manager) e hoje a Microsoft a chama de Microsoft Configuration Manager, também abreviada como ConfigMgr. O treinamento usa os dois termos porque o mercado usa os dois.
Não é pré-requisito. A preparação do servidor faz parte do conteúdo. É recomendável ter noções básicas de redes, como endereçamento IP e resolução de nomes, e alguma familiaridade com administração de sistemas Windows.
Ajuda, mas não é obrigatório. O treinamento explica o papel do Active Directory no Configuration Manager — discovery, identidade e publicação de informações do site — e o laboratório parte de um domínio preparado durante o curso. Quem quiser aprofundar a base de identidade encontra esse conteúdo no treinamento de Active Directory.
Não é necessário ser administrador de banco de dados. O curso aborda o papel do SQL Server no ambiente, a instalação necessária para sustentar o site e as configurações que impactam o Configuration Manager, sem exigir conhecimento prévio de administração de bancos de dados.
Sim. A proposta é construir um ambiente em máquinas virtuais com domain controller, SQL Server, site server do Configuration Manager, as site system roles e um cliente Windows gerenciado — acompanhando as aulas na prática, da instalação às rodadas de diagnóstico.
Sim. O conteúdo cobre applications, deployment types, detection methods, requirements, dependências, supersedence, packages e a publicação das implantações para collections — incluindo a diferença prática entre disponibilizar e exigir uma instalação.
Sim. O Software Center é tratado como a face da administração para quem usa o dispositivo: o que aparece no catálogo, como a aplicação chega até o usuário e como acompanhar uma instalação a partir dali.
Sim. O treinamento cobre o Software Update Point, a sincronização do catálogo, software update groups, deployment packages, implantação para collections, janelas de manutenção e acompanhamento da conformidade.
Sim. As Automatic Deployment Rules são tratadas dentro do processo de Patch Management: quais critérios a regra avalia, o que ela executa automaticamente, o que continua sendo decisão do administrador e como acompanhar o resultado de cada execução.
Sim. O conteúdo aborda o boot pela rede, a habilitação do PXE no distribution point, o papel do DHCP e da rede, a primeira inicialização de uma máquina sem sistema operacional e o diagnóstico quando o boot não acontece.
Sim. Task sequences são um dos pilares do curso: estrutura, etapas, grupos, ordem de execução, variáveis, condições, instalação de aplicações dentro da sequência e implantação para collections.
Sim. O Operating System Deployment é trabalhado do bare metal ao dispositivo pronto: boot images, drivers por modelo de hardware, task sequences, PXE e a instalação das aplicações corporativas como parte do mesmo processo.
Sim. Inventário de hardware, inventário de software e Asset Intelligence fazem parte do conteúdo, incluindo os ciclos de coleta, a personalização do que é coletado e o uso dessas informações em decisões de licenciamento e de planejamento do parque.
Sim, e é uma das partes centrais do treinamento. O método de investigação é trabalhado sobre os problemas mais comuns: cliente que não instala, política que não chega, conteúdo que não baixa, implantação que não executa e task sequence que falha no meio do caminho.
Sim. Os logs do Configuration Manager têm um módulo dedicado: onde eles ficam no cliente e no servidor, qual pergunta cada arquivo responde e como ler o smsts.log durante uma implantação de sistema operacional.
Sim, como ferramenta de apoio à administração. O foco é consultar o ambiente, automatizar tarefas repetitivas e extrair informações — não decorar uma lista de comandos.
Sim, como contexto. Uma seção situa o Configuration Manager dentro do ecossistema atual de Endpoint Management, apresentando o gerenciamento on-premises, o gerenciamento pela nuvem com o Microsoft Intune e o cenário de co-management — sem transformar o assunto em uma comparação de vencedor e perdedor.
Sim. O treinamento é online e as aulas ficam disponíveis para serem assistidas na ordem e no ritmo que funcionarem para você, incluindo revisitar módulos enquanto monta o laboratório.
O acesso é vitalício: liberado após a confirmação do pagamento, sem prazo de expiração. Ele é individual e intransferível, conforme os Termos de Uso.
Sim, o treinamento emite certificado de conclusão. É um certificado do próprio curso, que comprova a realização do treinamento — não é uma certificação oficial da Microsoft.
Sim. Você conta com 7 dias de garantia a partir da compra: dentro desse prazo, é possível solicitar o reembolso. As condições completas são apresentadas no momento da compra.
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O Configuration Manager é uma peça da infraestrutura Microsoft. Estes são os outros treinamentos da plataforma.
Active Directory
Domínio, OUs, usuários, grupos, GPO, DNS, DHCP, segurança e troubleshooting.
Remote Desktop Services
Arquitetura RDS, Session Host, Connection Broker, RD Web Access, RD Gateway e RemoteApp.
Windows Server Update Services
Sincronização, computer groups, GPO, aprovação de atualizações, manutenção e troubleshooting.
- em breve
Hyper-V
Virtualização em Windows Server: hosts, switches virtuais, réplicas e clusters.
- em breve
PowerShell
Automação de tarefas administrativas em ambientes Microsoft.
- em breve
Windows Server
Instalação, roles, armazenamento, rede e administração do sistema operacional.
- em breve
Microsoft Intune
Gerenciamento de dispositivos na nuvem, políticas, compliance e aplicações.
- em breve
Microsoft 365
Identidade, Exchange Online, Teams e governança na nuvem da Microsoft.
Pare de administrar computadores um por um.
Aprenda a centralizar aplicações, atualizações, sistemas operacionais, inventário e endpoints utilizando Microsoft Configuration Manager.
Quero dominar SCCMAcesso vitalícioEstude no seu ritmoGarantia de 7 dias